J. Simões

  • Aumentar tamanho da fonte
  • Tamanho da fonte padrão
  • Diminuir tamanho da fonte
Home Obras


A Bruxa Mariquinha

Ler no Google Livros


A Bruxa Mariquinha
 

A Árvore do Amor

Ler no Google Livros


A Árvore do Amor
5,00
00000000000
2000
31
14x21
Romance de amor e ambientalismo. Um casal vai passar a "lua-de-mel" em Caldas Novas, Goiás, e a noiva se encanta com a árvore Buganvília, plantada nos jardins do hotel. Dez anos após, há uma daquelas árvores na frente da casa do casal, que tem quatro filhos. Uma casa de marimbondos é construída na árvore e um menino, irreverente, do vizinho golpeia os marimbondos com um cabo de vassoura e é ferozmente atacado por eles. Isso faz nascer uma rixa contra a árvore. O pai do menino exige que a árvore seja cortada, mas aí ocorre a reação dos donos da casa e moradores da quadra, buscando salvar a árvore e reestabelecer a paz. Enredo simples e linear, em linguagem coloquial. Recomendado para as séries iniciais e médias do Ensino Fundamental.
 

O Menino e o Rato

Ler no Google Livros

O Menino e o Rato
15,00
9788572382175
2006
32
14 x 22
O MENINO E O RATO, de J. Simões é um conto infanto-juvenil. Seu conteúdo essencial é o problema da Hantavirose, mas o enredo é permeado por problemas sociais de moradia, de relacionamentos sociais, de medos, costumes, tradições. A solidão e o isolamento de uma criança mal compreendida torna possível uma grande amizade entre um menino e um rato, mas ocorre, no DF, um surto de hantavirose e o rato precisa ser eliminado. É uma história de amor, de sensibilidade e sobretudo de ensinamentos. É um livro para se aprender a viver e a conviver, porque isso é aprender a amar. É indicado para as leituras transversais ou transacionais, a partir 4ª série do ensino fundamental.
 

Vôo para a Liberdade

Ler no Google Livros

Vôo para a Liberdade
15,00
857062202-3
2000
158
14 x 22

Novela fábula em verso. Um zangão sensitivo capta, com poderes prosopopéicos, a linguagem humana pela essência da poesia. Deixa de ser apenas um operário da colmeia e passa a ser o guia de um novo tipo de zangões sensitivos que, por intermédio de códigos morse por eles desenvolvidos, conseguem se comunicar, interpretar (valendo-se da mágica atmosfera da poesia) a vida das abelhas e dos homens, e articular uma forma de se libertarem do cativeiro do apiário, retornando à liberdade da floresta. É um canto de louvor e amor à liberdade de espírito, ao sonho e à fantasia. É uma saga ou uma epopéia à consciência dos valores naturais próprios de cada um, com direito às suas liberdades e individalidades, sobretudo direito à vida com dignidade, amor e heroísmo. É narrado em verso, pois as abelhas só compreendem a linguagem poética e, nesse lirismo heróico-épico-sentimental, numa roupagem clássica, que lembra, ou faz alusões, as sagas de Cristo e de Moisés. "O pensamento é o limite, / o sonho é uma vontade, / o amor é a entidade / que faz a vida livre... / - Livre!"

 

Téo, o peixinho que queria voar

Téo, o peixinho que queria voar
5,00
1999
40
14 x 22

Novela, ambientada em Brasília, Lago Paranoá. Um peixinho de aquário, ao nascer em um ambiente muito poluído, sente-se asfixiado e coloca a cabeça fora da água para respirar melhor. Vêm duas borboletas conversando sobre a poluição daquele local e decidem ir embora para a florestas. Leo pensa que também poderia voar e ir embora. Conhece um outro peixinho, chamado Leo, que o orienta a nadar e a procurar a bruxa borboleta, para que ela o transforme em borboleta. Teo passa por várias problemas, correndo risco de vida. A Bruxa o amaldiçoa e ele se torna não uma borboleta, mas um peixinho voador. A linguagem é simples, linear, valorizando aspectos ambientais, valores sociais e espirituais, cria fantasias.
TEO, O PEIXINHO QUE QUERIA VOAR. (1999) Novela-fábula infantil, ambientada em Brasília, Lago Paranoá - Lago Sul. Narra a estória de um peixinho de aquário (Japonês) que se sente asfixiado. Vê duas borboletas conversando sobre a poluição local e decidem ir embora para a florestas. Pensa que, se fosse uma borboleta, também poderia voar e ir embora dali, salvando-se. Teo conhece um outro peixinho, Leo que, com ares místicos, orienta-o a nadar para um local menos poluído, convence o a procurar a bruxa borboleta, para que ela o transforme em borboleta. Teo passa por várias problemas, risco de vida. Consegue encontrar a Bruxa e ela o amaldiçoa. Leo espera impacientemente a noite das bruxas chegar para ver se realmente seria transformado numa borboleta. A linguagem é simples, valorizando aspectos ambientais, sociais e espirituais. Mexe com o imaginário, a emotividade e o sentimentalismo dos leitores, sobretudo das crianças. Gênero conto-de-fadas. P. 40. Il.

 


JPAGE_CURRENT_OF_TOTAL

Pesquisar no texto dos livros: